pois eh
agora que a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu e a noite esfriou o dia nao veio, nao veio o bonde, o riso tambem nao, nem veio a utopia. depois de "tempo sem escrever linha", stagnado na cruz da vida, volto a preencher as tuas linhas brancas de cor com o preto e branco do meu olhar vago, absorto no precipicio de escuridao, ainda que tao seduzido muitas vezes pela luz de tua cidadela prateada, incensada, dourada ou que merda for.
qdo eu andava despreocupado pelas ruas da capital, sem pensar no futuro, destilando meu acido pelas ruas molhadas de cimento viscoso e brilhante da fina chuva que cahia para acalmar os animos, que convidava a dançar sob a inocencia das coisas da noite, como se a capital fosse na vila de ceara: uruauh, como se eu fosse personagem principal de PAU-BRASIL, inocente e imundo.
eu sei, espero q saibam, q isso eh so um testeeeeee

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